sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

34 anos...

É gente...faltam dois dias...dia 02 de março é meu aniversário de 34 anos...balzaquiana que estou não vou comemorar em grande estilo como gostaria este ano (quem sabe uma super festa dos 35 ano que vem?) mas gostaria de assoprar esta velinha virtual com vocês que têm tornado minha simples vida mais engraçada e movimentada desde a inauguração do blog.
Me divirto aqui com vocês todo santo dia...então
Happy Birthday para mim e assoprem daí...
Beijos


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Dia da preguiça, porém sempre dia do vício por chocolate...

Hoje li no blog da Marizé uma coisa que me fez rir bastante...ao invés de se denominar de chocólatra, ela de entitulou "choco dependente"...amei Marizé e confesso que também sofro desta doença, mas na verdade vou mais além, sou FDT "food dependente total" e além disso às vezes também faço parte do clube dos sedentários anônimos...risos...e nestes dias fico mal, porque quero comer algo maravilhoso, mas que não dê um pingo de trabalho para o Tico e o Teco. Hoje, é claro, foi um dia destes e por isso toda esta explicação.

Na verdade a explicação é só para vocês darem um desconto para a preguiçosa aqui, porque o que vou contar pode causar forte impacto...POR FAVOR, RETIREM DA FRENTE DO COMPUTADOR CRIANÇAS, IDOSOS E PESSOAS COM PROBLEMAS DE CORAÇÃO...eu hoje comi, COM MUITO GOSTO um "bolo de caixinha" daqueles prontos com cobertura pronta Leite Moça...pronto contei.
Todo mundo bem? Ninguém desmaiou?

Passado o susto só tenho 2 comentários a fazer...se eu tivesse servido o bolo para uma pessoa leiga em cozinha ela nem ia notar que era de caixinha...este bolo Dona Benta de Chocolate Suiço realmente é bom gente...fica macio, molhadinho, foi muito bom para mim...risos. E no bolo ainda quente, pois é assim que eu gosto, do bolo saindo fumaça, coloquei a cobertura Moça Top sabor chocolate.


Se alguém tiver coragem de cometer a mesma insanidade depois me conta se era ou não era bom...e se você nunca fez comida pronta que atire a primeira pedra...haha.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Domingo - dia quase oficial das pancakes.




Só não é oficial quando eu acordo com preguiça...o que é normal, mas muitas vezes a vontade de comer pancakes supera a preguiça, como vocês sempre podem acompanhar aqui no site.

Hoje ainda acordei mais animada e resolvi fazer uma receita nova, pois tinha visto uma no livro "Cozinhando para Amigos" que já falei aqui antes e resolvi tentar...o único inconveniente é que depois que você bate a massa tem que esperar ela descansar por 30 minutos no mínimo...e quando a gente acorda varada de fome, como era meu caso, é mais difícil, mas fiz assim mesmo.

Resolvi fazer meia receita, pois somos só eu e meu marido...a Sarah não gosta de pancakes (AINDA)...e por incrível que pareça a meia receita deu umas 10 pancakes...sobrou de todo jeito, mas eu esquento na torradeira de tarde..hehe.

Estreamos o Maple Syrup que é uma delícia (mas bem doce) e comemos com geléia de Blueberry.





Receita (1/2 receita):
10 g de manteiga
1 xícara de farinha de trigo
1/4 de xícara de açúcar
1/2 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de sal
3/4 de xícara de leite
1 ovo

Preparo:
Derreta a manteiga e reserve.
No liquidificador coloque todos os outros ingredientes e bata até misturar tudo e deixe descansar por 30 minutos.
Junte a manteiga derretida então (e neste ponto deveria esperar mais meia hora, coisa que eu não fiz e deu certo assim mesmo)
Aqueça um pouquinho de óleo e despeje uma parte da massa (eu coloquei óleo só na primeira e as outras foram na frigideira antiaderente sem nada e não gruda). Quando surgirem bolinhas na superfície, vire com uma espátula para dourar do outro lado.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Mousse de morango do Saci e a mini-chef.

E para finalizar o sábado eu não podia deixar de mostrar a minha mini-chef estreando na cozinha depois de comprar o livro novo dela.

A receita era bem simples, para a criança fazer sozinha e fotografamos os passos para todos poderem se divertir com ela em ação, apesar de que não é tão engraçado quanto os comentários ao vivo, mas...

Lavar os morangos (2 caixas)




Colocar tudo no liquidificador




Pegar 1 envelope de gelatina sabor morango


e misturar com 1 xíc. de água fervendo e despeje no liquidificador com os morangos e


Olha bem para ver se está certinho...



bate tudo no liquidificador


Vira tudo numa vasilha e mistura com o chantilly que a mãe da mini-chef bateu na batedeira (250 ml de creme de leite fresco com 2 colheres de sopa de açúcar)



Coloca tudo numa vasilha para gelar.





Sem desperdiçar nem um pouquinho.



E a mãe que ensinou e o pai que fotografou já estão babando...mas não é para comer o doce...é de orgulho da pimpolha mesmo...hehe.



Daí vem a melhor parte...lamber a vasilha...


.e comer a mousse pronta.

Risoni com molho branco e medalhão

Eu nunca tinha visto este risoni antes...é uma espécie de massa para sopas (eu comprei da marca Barilla) mas se parece com arroz.




Photography by William Meppem


Pois esta foi a base do almoço hoje que meu maridão fez para mim para eu não ter que cozinhar com aquela enxaqueca. Ele cozinhou o risoni como se fosse macarrão, mas o tempo de cultura era de 11 minutos, então ele deixou 6 minutos na água e os outros 5, depois de escorrida água, deixou acabar de cozinhar dentro do próprio molho, que é um molho que ele sempre faz e que um dia foi uma receita de molho carbonara, mas que já fizemos tantas adaptações até ficar leve do jeito que gostamos que acabou virando o nosso molho.

É um molho branco feito com cebola e alho dourados na manteiga. Depois que dourou desliga o fogo e espera esfriar um pouco para colocar na panela 100ml de leite, uma lata de creme de leite com soro, queijo parmesão ralado e volta para o fogo para engrossar, quano começou a encorpar ele colocou um ovo inteiro, mexeu e colocou o risoni para os 5 minutos finais de cozimento.

Ficou leve, divino (a massa lembra um risoto) e para finalizar fizemos um medalhão de filé mignon apenas dourado ao ponto no azeite e salsão picadinho.



Eu comi quatro vezes...ai meu Deus!!!
Depois disso um cochilo e filminho no DVD (O Vidente, com Nicolas Cage)...PERFEITO!!!
´
ps: a enxaqueca depois de 2 remédios, boa comida e paparico começou a ceder.

Livro novo...felicidade renovada...enxaqueca sumindo.

Hoje foi um dia daqueles...acordei de madrugada com a famosa enxaqueca que só me aparece uma vez a cada seis meses...e agradeço muito que sejam só duas vezes por ano, porque esta dor é de amargar. Com esta dor resolvi que tinha que fazer algo que me animasse e me fizesse esquecer a dor.

Cozinhar não dava...apesar de me animar muito, com aquela dor não dava para nem escolher uma receita, então peço encarecidamente para o marido atravessar a cidade comigo, no sol de Recife, para ir na "maior livraria Cultura do Brasil"...pelo menos é o que dizem aqui em Recife (de fato é grande).

Direto para a seção de culinária começam as boas surpresas...achei um livro que queria faz tempo e nem pensei duas vezes, depois de dar uma folheada e ver as fotos e receitas maravilhosas que tinham lá dentro...incluindo o Tiramissu que ainda hei de fazer assim que achar e comprar um mascarpone nesta cidade, comprei o meu primeiro livro da Nigella Lawson - Nigela Express




Daí em seguida tive uma surpresa melhor ainda...a Sarah, minha filha de 5 anos, vem com um livro na mão perguntando se podia comprar para ela...que era um livro de receitas de criança para ela fazer a comida comigo (Dona Benta para Crianças)...ai que orgulho...quase chorei. Ok, exageros à parte, não chorei, mas fiquei emocionada sim, pois eu sou do tipo de mãe e pessoa que gosta de agradar os outros fazendo comidinhas e tal...sabe aquela coisa de vó? e quando ela pediu para levar o livro para cozinhar comigo amei...ela logo escolheu a primeira receita que faríamos juntas (Mousse de Morango) e saímos da livraria para o supermercado coprar ingredientes para o marido fazer o almoço para mim, por causa da enxaqueca e para, mais tarde, eu ensinar a mini-chef a fazer seu mousse de morango.
Então mais tarde coloco aqui fotos da comida do maridão...que também cozinha bem quando quer e da minha fofa cozinhando.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Muffin de Chocolate e Nozes




Não existe nada mais fácil de se fazer do que um muffin.

É rápido de fazer, rápido de assar, fácil, não depende de aparatos eletrônicos e ainda por cima mata toda a minha larica de uma hora ara outra de comer um bolo quente.

Cheguei em casa da rua hoje eram 16:30 e queria fazer um lanche gostoso para o fim de tarde de sexta, para fechar a semana com chave de ouro...e compensar a falta que estou sentindo da minha mãe já. Ela foi embora ontem e sim...eu admito...como quando fico triste, quando fico alegre, quando fico cansada...como por qualquer motivo.

Retomei meu livro de Muffins e fui caçar uma receita que tivesse nozes (pois tinha um pacotinho aqui em casa que já estava gritando na despensa, mas rezei que tivesse chocolate nele, para alimentar meu desejo (nestas horas sempre dá vontade de comer chocolate).

Achei estes muffins que tinham tudo o que eu queria e eu tinha todos os ingredientes...a parte mais difícil da receita é separar todos os ingredientes, só para vocês terem uma idéia de como é ridiculamente fácil.
Isso sem contar que quando você come ainda quente sente os pedaços do chocolate derretido na boca como se fossem um recheio...sem comentários...estou indo comer de novo..hehe




Receita:
265 g de farinha de trigo com fermento
4 colheres de sopa de farinha de trigo sem fermento
½ colher de chá de fermento em pó
3 colheres de sopa de cacau em pó
150 g de manteiga sem sal (eu usei Becel)
165 g de açúcar mascavo
170 ml de leite
2 ovos
100 g de nozes picadas
100 g de chocolate preto grosseiramente picado (usei Hershey’s Special Dark – 60% cacau)


Preparo:
Pré aqueça o forno a 200ºC. Unte um tabuleiro para 15 muffins ou coloque forma de papel.
Peneire as farinhas, o fermento e o cacau para dentro de uma tigela grande e misture as nozes e o chocolate picado, fazendo uma cova no centro.
Leve a manteiga e o açúcar mascavo para o fogo baixo até derreter toda a manteiga e ficar uma mistura uniforme. Retire do fogo.
Bata os ovos com o leite e jogue na cova feita nos secos, jogue também a manteiga derretida com o açúcar e mexa com uma colher de metal até os ingredientes estarem combinados. Não mexa demais, a mistura DEVE ficar com grumos.
Encha ¾ das forminhas e leve ao forno por cerca de 15-18 minutos.
Deixe os muffins na forma por 5 minutos antes de os retirar e deixe arrefecer sobre uma rede.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Tâmaras com chocolate e pistache




Eu queria fazer uns doces, doce finos, algo com chocolate que eu pudesse presentear algumas pessoas na Páscoa, fazer um mimo. Minha idéia é fazer os docinhos, colocar numa embalagem bonita transparente, que eu ainda não encontrei aqui em Recife, colocar um adesivo em cima que encomendei com motivos da Páscoa, fechar com uma fita e dar de presente, então fui procurar receitas que fugissem do tradicional ovo de Páscoa ou trufa e achei esta.

Achei a receita no livro “Chocolate” (de Joanna Farrow) e a receita dizia que dava 18 doces, a minha deu umas 22 unidades. Na receita pedia licor de laranja, mas como eu não tinha, coloquei a mesma medida de Amarula e coloquei raspas de laranja para dar o sabor esperado.

Como eu nunca comi tâmara e achei a receita bem simples de fazer, além de bem sofisticada, fui logo caçar os ingredientes para fazer uma primeira receita para minhas cobaias daqui de casa (me incluindo nesta lista) para ver se era viável e se ficaria bom.

Que é bom já foi comprovado, e é fácil de fazer (o que dá mais trabalho é tirar a pele do pistache e a semente da tâmara, fora isso é bem rápido).




Receita:
50 g de pistache sem casca
15 g de açúcar de confeiteiro
15 g de açúcar comum
1 colher de sopa de licor (Amarula no meu caso com raspas de laranja)
22 tâmaras
100 g de chocolate amargo ou aromatizado com laranja derretido em banho-maria

Preparo:
Coloque o pistache sem casca numa tigelinha e cubra de água fervente. Deixe descansar por um minuto, escorra a água e enxugue com várias folhas de papel toalha e remova a pele do pistache.
Coloque-o num processador e bata até que esteja moído e depois junte o açúcar e o licor com as raspas até obter uma pasta espessa.
Faça um corte na parte superior de cada tâmara e retire o caroço. Rechei cada uma com um pouco da massa de pistache.
Passe a metade inferior da tâmara no chocolate derretido e vá colocando sobre uma folha de papel-manteiga.
Deixe endurecer num local fresco ou no refrigerador por cerca de 1 hora.

Livros novos



Adquiri mais dois livros que ainda não tinha colocado para vocês aqui.

O primeiro que já comentei em outro post é o "Chocolate" da Joanna Farrow, que assim como meu livro de Bolos dela é bem explicado e com fotos lindíssimas.

O outro que ainda não testei é o "Ice Cream - sorbets, frozen yogurts, parfaits, bombes and more" - de Shona Crawford Poole, também com ilustrações muito bonitas e receitas de dar água na boca.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Paella

Nada melhor que uma comida nova e muito gostosa depois de um dia numa praia mais maravilhosa ainda. Fomos para Itamaracá hoje e na volta queríamos uma comida que combinasse com o resto do dia.





Existem várias razões para eu nunca ter experimentado fazer uma paella:

Primeiro eu achava que era extremamente complicado, pois teria que comprar todos os frutos do mar e não saberia escolher, uma vez que não sabia comer também. O primeiro mito foi vencido, pois eu achei uma espécie de kit paella aqui em Recife...isso mesmo, é como se fossem aqueles kits de feijoada que já vem todos os pertences para você colocar no feijão, só que é de paella. E este era completíssimo, com polvo, camarão, lula, marisco e sururu. Além disso venci meus preconceitos com frutos do mar e ando experimentando aos poucos.

A segunda razão era que, como não gostava dos frutos do mar achava que não saberia preparar a paella pois não ia querer experimentar tempero e afins, outro trauma superado, pois foi super fácil.

Tenho que confessar que foi uma paella improvisada (à minha maneira), pois vi várias receitas que iam frango e carne de porco junto com os frutos do mar, mas não gosto de misturar tantos sabores, acho que a gente acaba não sentindo o gosto de nada direito. Também não tinha pimentão em casa e acabei fazendo sem...e por fim acabei dando um toque particular, que ficou bem discreto, mas fez toda a diferença, coloquei raspas de laranja no final do cozimento e ficou muito bom.

A receita básica que usei foi assim: Usei um kit deste de paella e mais uma bandeja inteira de 500g de camarão.

Coloquei os camarões primeiro no azeite com alho até soltar e secar a água e dar uma douradinha, depois coloquei os outros ingredientes do kit mais 5 minutos para dar uma fritada e misturei 2 xícaras de arroz e o tempero (usei um envelope de tempero pronto para paella que vinha com o kit e mais um envelope de Paellero Carmencita - um tempero espanhol próprio para paella também). Misturei tudo e coloquei 4 xícaras de água e deixei em fogo alto por 10 minutos, mas o arroz ainda estava um pouco durinho, então coloquei mais uma xícara de água e abaixei o fogo até "quase" secar, pois gosto dele molhadinho como risoto. Quando coloquei a água adicionei as raspas de laranja...bem pouquinho, só para dar um sabor.

Quando atingiu a consistência que eu queria, desliguei o fogo e reguei com azeite e enfeitei com os frutos do mar que eu havia separado para isso.



Para uma pessoa que não gostava de frutos do mar até muito pouco tempo e que nunca tinha comido paella, comi 3 pratos...dos GRANDES...e só não comi mais porque era impossível para meu organismo...risos.




Espero que gostem da receita e das fotos e façam nas suas casas e me contem depois...vocês vão amar.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Sorvete de coco de novo.

Certo minha gente...lembram da polêmica da minha primeira tentativa de fazer sorvete de coco na sorveteira?

Ontem eu fiz a mesma receita de novo, primeiro porque minha mãe ama este sorvete e quando ela chegou aqui o Frederico já tinha acabado com tudo; segundo porque queria experimentar a mesma receita depois de todas as considerações, pois queria ver a diferença exata de uma para outra.

Desta vez segui o conselho da Ana Elisa e deixei apenas 30 minutos na sorveteira, já que nosso manual tem alguns problemas de interpretação...risos.

O resultado? O sabor continuou a mesma divindade...e a consistência já era diferente no momento que desliguei e coloquei no freezer, pois no primeiro estava mole como água depois de 2 horas ne sorveteira e desta vez estava um creme. O sorvete realmente não é uma cremosidade depois de pronto, acho que por causa do excesso de pedaços de coco que eu coloco, mas desta vez consegui tirar com a colher de sorvete, coisa que foi impossível com o primeiro, que mais parecia um monobloco de gelo.

APROVADO, mas da próxima vez vou tentar uma receita com mais gordura e vamos ver.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Mais um desafio da Ana Elisa.

Na verdade não se trata de um super desafio...este é fácil, mas a Ana Elisa listou no site dela os



e daí pediu para que nós fizéssemos a nossa lista.

Bom, aí vai a minha:

1-azeite extra virgem: acho que é o primeiro da lista de todo mundo, pois assim como a Ana eu não sei cozinhar com óleo de cozinha, muito menos com manteiga.

2-alho picado (daqueles que a gente já compra a massa de alho pronto)

3-guaraná...ok gente, já sei, mas sou viciada em refrigerante

4-queijo parmesão: e tem que ser faixa azul senão eu quase morro.

5-macarrão: minha vida não é nada sem carboidrato dos fortes pelo menos uma vez por semana...fico com síndrome de abstinência

6-molho de tomate: uso para muita coisa, macarrão, panqueca, cachorro quente.

7-arroz: amo, quando estava grávida minha médica disse que eu poderia dispensá-lo pois era o único alimento que não servia para nada...você acha...comi mais ainda.

8-temperos: não sei cozinhar sem eles e tenho vários...que vou alternando dependendo do prato

9-batata: viu como eu amo carboidrato?

10-tomate: o povo daqui de casa, incluindo minha pessoa, amam

A lista é bem básica, mas com certeza deve ter mais coisa que eu esqueci...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Chegada da mamãe.



Minha mãe chegou domingo de madrugada para passar uns dias aqui comigo em Recife, e por esta razão não fiz nada na cozinha estes últimos dias, pois estou levando-a para conhecer todos os pontos turísticos e restaurantes da cidade.

Mas no dia que ela chegou, é lógico que fiz uma mini recepção com um cafezinho para ela, pois no dia anterior tinha sido seu aniversário.

Não tive tempo de preparar nada, pois estava com pintor e o caranba aqui em casa arrumando tudo para ela chegar, mas em compensação eu usei pela primeira vez minha louça nova que eu amei de flores rosas...coisa mais linda.

Estou ficando fanática por louças diferentes...não posso ver nada que quero comprar. Já já vou estar com uns 10 jogos de jantar...ai meu Deus...mas diz se não é lindo.

Eu sou suspeita!!

Então se eu sumir um pouquinho vocês me dão um desconto esta semana tá?

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Doce de banana



Continuando a saga pelo reaproveitamento de alimentos que iriam estragar e consequentemente para o lixo, ontem fiz um doce de banana com umas bananas que já estavam maduras demais aqui em casa.

Na verdade eu procurei uma receita que fosse daquelas bananinhas que ficam durinhas e que a gente passa no açúcar...sabe? e achei a receita no site do Sitio do Caipira, da Globo. Fiz tudo como mandava o figurino, apenas diminuindo a quantidade pois a receita pedia 12 bananas e eu só tinha 7.

Abaixo coloco na íntegra a receita que tirei lá do site:

QUADRADINHOS DE BANANA


Ingredientes

12 bananas nanica

24 colheres de açúcar cristal

1 colher rasa de manteiga

2 colheres de chocolate em pó


Modo de Fazer

Amasse bem as bananas com o garfo, misture os outros ingredientes e leve ao fogo para tomar ponto. Quando estiver soltando bem no fundo do tacho, desligue. Bata um pouco com a colher de pau. Despeje em pedra de mármore para esfriar.Corte em quadradinhos, feito pé- de- moleque

Porém tenho que confessar que, não sei se foi por não ter um tacho e fazer em panela anti-aderente comum, mas não consegui dar o tal ponto. Achei realmente que tinha conseguido e joguei a mistura na pedra de mármore, mas ela esfriou e continuou mole, então coloquei nos copinhos para comer de colher, o que não mudou em nada o sabor, que estava muito bom.

Não deixe suas comidas estragarem oara jogar no lixo, tudo pode ser reaproveitado...ajude o meio ambiente.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Primeiras receitas no papillote.

Comentei com vocês há um tempo atrás sobre minhas aquisições de livros recentes, e no meio deles tinha um livro chamado A essência do sabor, que é só sobre comidas feitas em papillotes de papel alumínio. Hoje resolvi experimentar 2 receitas dele de uma só vez.

A primeira de Leque de Beringela, para reaproveitar uma beringela que havia sobrado na geladeira e ia estragar e a outra de salmão com manteiga oriental.

Primeiro vamos à beringela. Eu adaptei a receita, porque pedia para fazer 4 e eu só fiz uma beringela, então a receita aqui está diminuída, mas se for fazer mais de uma deve fazer cada uma em um papillote separado.

Receita:
1 beringela
2 colheres de sopa de azeite
presunto e mussarela em fatias
1 tomate cortado em cubinhos
sal e pimenta do reino

Preparo:
Pegue a beringela e corte as duas tampinhas e no sentido vertical tire uma fatia fina de cada lado para tirar um pouco da casca e para ela ficar reta no papel.
Corte ela no sentido vertical ainda em fatias de menos de 1 cm, mas sem separar as fatis, deixando-as presas embaixo (uns 2 cm).
Jogue sal em toda ela e nas camadas e coloque para escorrer por uma hora. Ela solta um líquido e fica mais suave.
Lavem bem a beringela para tirar todo o sal. Coloque metade do azeite no centro de um quadrado grande de papel alumínio, daí, em cada camada da beringela, vá colocando uma fatia de presunto, uma de mussarela e tomates picados e coloque por cima deste azeite no centro do papel. Faça um esforço para abrir um pouco a beringela como se fosse um leque, tempere com sal e pimenta e regue com o restante do azeite. Feche o papel alumínio, juntando as pontas como se fosse um envelope e leve para assar por uns 20 a 30 minutos, dependendo do tamanho da beringela.

Esta foto é dos 2 pratos ainda crus, antes de fechar o papillote e da apresentação final, na mesa.




Depois fiz o salmão, que também adaptei a receita que pedia coentro (que ninguém gosta aqui em casa).

Receita:
1 filé grande de salmão (eu usei 3 pequenos)
2 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de salsinha picada
1 colher de chá de gengibre picado
1 dente de alho picado
2 colheres de chá de molho de soja
sal e pimenta

Preparo:
Temperei o salmão com sal e pimenta. Abri um quadrado de papel alumínio.
Numa vasilha misturei todos os outros ingredientes. Coloquei metade desta mistura no centro do papel e os filés de salmão por cima. Daí cobri com o restante da mistura e fechei o papillote como o da beringela.
O salmão deve ficar no fogo também uns 20 minutos, então coloquei as duas receitas numa forma e as coloquei no forno juntas.

Esta foto é das duas receitas assim que abri o papel e delas prontas para servir.




O cheiro é uma coisa enlouquecedora...e olha que nem gosto de salmão.
Meu marido comeu de dar gosto com um Concha Y Toro e amou...ebaaaa.

Um viva para os importados!!!


Vamos confessar que, para alguns de vocês que sempre moraram em capitais, é fácil fazer coisas mais elaboradas na cozinha, pois existe uma facilidade muito grande de se encontrar ingredientes fora do comum...e quem viu minha dificuldade para achar simples sementes de papoula em Recife sabe do que estou falando.

Sempre morei em cidade do interior e nunca tive muito dinheiro para viajar para fora do Brasil, portanto sempre me limitei a ingredientes do interior de São Paulo, que nunca tinha nada de extravagante.

Daí há uns 2 meses eu mudei para Recife e achei que tudo ia mudar...cidade grande, cheio de hipermercados e coisa e tal...que nada, ou ainda não conheço os bons empórios (não achei nenhum até agora, a não ser um que só vende vinhos), ou eles não existem.

Estes dias mesmo estava louca para testar uma receita de um dos meus doces preferidos...TIRAMISSU...só de falar já começo a salivar...mas quem disse que acho o bendito queijo mascarpone aqui...hahahaha. Fiquei só na vontade.

Mas hoje fui num lugar famoso aqui, chamado Casa dos Frios, onde se encontram algumas delícias fora do comum, comprar umas coisinhas para minha amiga Ana Elisa e eis que acho duas “pérolas”...uma pasta de amendoim...ai que saudade que eu estava deste sabor, nem pensei para colocar no carrinho e um legítimo xarope para waffles e pancakes...se fosse há uma semana atrás, teria comido minhas duas receitas de pancakes com ele...mandei para o carrinho também.




Aqui existe uma receita de bolo famosa chamada Bolo de Santo Antônio que parece um pão-de-ló mais gostoso...comprei um pedaço dele já imaginando comer no lanche da tarde o bolo com pasta de amendoim...ai, demorou muito para passar o tempo hoje...mas felizmente chegou a hora e matei a vontade.



Tava bom demais, apesar de eu ter comprado tudo pronto...mas amei!!!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Bruschetta, desintoxicação e movimento para não jogar comida fora.



Hoje, quarta-feira de cinzas, para muita gente é dia de ficar sem fazer nada, acabando de curar a ressaca do Carnaval e descansando da farra.

Para mim, que não bebi todas e nem fui prá farra, hoje é dia de começar a desintoxicação da comilança do feriado e reaproveitar um pão e uns tomates que iam estragar aqui em casa.

O pão era um resto de ciabatta que estava uma delícia no dia, mas hoje já estava durinho. Então fatiei umas fatias de mais ou menos 1 centímetro cada. Peguei umas 2 colheres de margarina Becel que misturei com 4 dentes de alho amassados e passei no pão.

Coloquei os pães no forno para torrar um pouco, mas antes que estivessem torrados demais, tirei e coloquei numa frigideira com a mistura de margarina para baixo para tostar o alho.

Voltei eles para a forma e coloquei por cima os tomates picadinhos e já temperados com sal, pimenta-do-reino e azeite. E polvilhei por cima de tudo parmesão faixa azul ralado e voltei para o forno mais uns 5 minutinhos só para dourar o queijo.

Aproveitei alimentos (o que me deixou muito feliz), fiz uma receita que todos amam aqui em casa e aproveitei para comer algo light...apesar de ser pão, considero light e não comi muito...o que foi um esforço.


Agora vou TENTAR, apesar de não ser católica, me abster de chocolate e refrigerante até a Páscoa...vamos ver se consigo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

E a comilança não acaba.

Este negócio de 5 dias de carnaval com marido e filha em casa cozinhando o dia todo vai acabar com a minha boa forma...haja academia quinta-feira para dar jeito. Vou ficar na salada até minha mãe chegar agora. (o que é no próximo domingo)

Mas não estou aqui para contar da minha dieta para vocês, senão o blog não teria graça...estou aqui para contar que hoje as 6 da manhã estava eu na cozinha, com toda a família, fazendo novamente a receita de pancakes da Nigella que eu fiz estes dias.

Só que desta vez resolvi variar, então fiz 2 versões diferentes. A mesma receita, mas em meia receita fiz uma versão salgada. Coloquei a massa para fritar na frigideira e por cima dela coloquei tomatinhos cereja picados e mussarela. Tudo ia bem até a hora de virar, porque além da massa ser muito leve e este recheio pesar nela, o queijo tende a grudar na frigideira quando se vira, mas nem liguei. Elas não ficaram bonitas, mas o sabor ficou uma delícia...e adoro aquele queijo queimadinho na frigideira, então foi perfeito.




Já a segunda versão eu só fritei as pancakes como da primeira vez, mas desta vez coloquei cobertura de chocolate depois de prontas (Leite moça chocolate daquele tubo, tipo tubo de pasta de dente sabe?). Ficou maravilhoso também.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Texto interessante da Danusa Leão na Folha de S. Paulo de hoje.

Se eu já me achava uma mera principiante na arte de cozinhar, depois disso nem sei o que dizer.

Paris e a gastronomia
A partir daí, comecei a prestar mais atenção à carta dos restaurantes e descobri outras coisas instigantes

PARIS (a última) - A gente pensa -eu pensava- que, por ter estado tantas vezes na França, e até morado lá, entendia alguma coisa da cozinha francesa. Nem estou falando da mais moderna, mas da antiga, tradicional; qual nada. A cada viagem, na companhia dos que entendem e prestando muita, mas muita atenção, chego, cada vez mais, à triste conclusão de que não entendo absolutamente nada dos segredos da gastronomia francesa.Na minha última viagem, convidada por amigos, fui parar pela primeira vez num Bistrot à huitres, isto é, um bistrô onde só servem ostras.Eu sabia que existem várias famílias de ostras; no inverno, é só passar na porta de um restaurante que as sirva, e do lado de fora, na rua, em cima de uma mesa, estão todas elas expostas, cada tipo dentro de uma cesta cheia de algas, com uma etiqueta em cima com o nome da qualidade. Até aí, tudo bem, tudo normal.Mas nesse restaurante a coisa era bem mais complicada. Éramos seis, e o garçom foi perguntando a cada um qual o tipo que queria; só que a variedade é muito maior do que eu teria jamais imaginado. Ficamos todos meio sem saber o que pedir, quando alguém teve a grande idéia: uma grande bandeja com vários tipos de ostra. Aleluia, a pátria estava salva.Daí a pouco chegou um prato imenso, com oito qualidades diferentes, e tão lindo, que se eu tivesse uma maquininha, teria tirado uma foto. Mas a vida não é simples: o garçom explicou qual tipo deveria ser comido em primeiro lugar, qual em segundo, qual em terceiro, e assim por diante. É claro que não guardei a ordem das coisas -será que alguém guardou?-, só da que deveria ser comida em primeiro lugar e a em último.Fiquei um pouco atordoada com o lado cultural da experiência, e depois, conversando com amigos franceses, soube de mais coisas: que quase todo tipo de ostras é numerado pelo tamanho. Existem as 0, as 00, as 000, as 1, 2, 3 e 4, e os franceses já pedem dizendo a qualidade e o tamanho que preferem.Além de tudo isso, há um tipo que só existe em raros restaurantes, e que só aparece dez dias por ano, que se chama a pérola dos tzars -a mais cara, é claro. Não é fácil, a França.A partir daí, comecei a prestar mais atenção à carta dos restaurantes e descobri outras coisas tão instigantes quanto as ostras. Um queijo parmezón, por exemplo, pode ter seis meses, ou 12, ou 18, ou 36, de maturação, e os presuntos também.Além disso, existem as sardinhas millesimés, que levam de dois a seis anos para atingirem o máximo de seu sabor.Essas -dizem- são maravilhosas. E em alguns restaurantes vem escrito na carta a procedência do pão e da manteiga.Não vou falar dos queijos -são mais de 300-, nem dizer que existem os meses mais indicados para comer cada um deles, e que quando o garçom chega com a bandeja, dirige o espetáculo dizendo em que ordem devem ser provados, sendo que cada um com um determinado vinho; dos vinhos, é claro que não vou falar. Detalhe: qualquer francês sabe de tudo isso na maior naturalidade, tanto os brasileiros sabem qual cerveja preferem.E ainda há quem pense que é fácil sentar num restaurante de Paris para jantar.
P.S.: A proibição de fumar nos restaurantes e cafés criou um problema: como nas mesas que ficam nas calçadas o fumo é permitido, o chão fica coberto de pontas de cigarro, o que está poluindo a cidade. Já se fala em multar quem jogar um cigarro na rua, e uma nova indústria está florescendo: a dos cinzeiros individuais, com tampa, para levar no bolso.

Falta do que fazer, brigadeiro e mini aprendiz.




Quem nunca fez uma receita de brigadeiro inteira para sentar na frente da TV e comer de colher que atire a primeira pedra, porque foi exatamente isso que eu fiz ontem.

Deu um pouco mais de trabalho do que eu queria porque, em primeiro lugar, resolvi achar uma receita nova de brigadeiro, pois a minha sempre fica muito doce e vai gema de ovo, que é super calórico (como se brigadeiro em si já não fosse...dando muita risada de mim mesma neste momento). Encontri num site da Ana Maria Braga uma receita que parecia o que eu queria, pois prometia que adicionando creme de leite na receita ela ficaria mesmo doce, então foi o que fiz.

Receita:
1 lata de leite condensado
1/2 lata de creme de leite que eu substitui por 2/3 do creme de leite de caixinha
2 colheres de manteiga (a receita não especificava, então coloquei colheres de sopa - nada calóricas...risos)
2 colheres (também de sopa) de chocolate em pó

Preparo:
Cozinhe por 30 minutos em fogo baixo. Espere esfriar, enrole e passe no chocolate granulado.

Confesso que não estava nem um pouco paciente para esperar os 30 minutos, pois a larica era grande, então achei que com 20 minutos de cozimento já estava no ponto e logo levei para a geladeira para gelar, não sem antes enfiar uma colher na panela e comer quente mesmo e dar um pouco para a Sarah.

Mas daí entendi porque tinha que esperar 30 minutos...apesar do sabor maravilhoso (e realmente o creme de leite quebra o doce), não deu o ponto para enrolar que seria preciso para eu ensinar para a Sarah pela primeira vez a fazer brigadeiro...e ainda tinha comprado granulado colorido para ela se divertir, mas tive que acabar fazendo sozinha umas 20 bolas disformes para poder enfeitar e gelar de novo e ela comer o brigadeiro bonitinho.

Quanto a mim, me esbaldei com o brigadeiro de colher mesmo, que, aliás, já acabou.
Olhem as fotos e corram para o fogão, ou fiquem na vontade se forem capazes.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Restaurante Parraxaxá (Recife - Casa Forte)

Pois é minha gente...se algum de vocês já veio para Recife para fazer turismo sabe que aqui todo mundo recomenda que você coma pelo menos uma vez no "famoso" restaurante Parraxaxá...então, depois de muito relutar, pois não gosto muito da chamada "comida regional", lá fui eu ontem com meu marido e minha filha.

O local não deixa de ser simpático e com decoração muito eclética...funcionários vestidos com roupas típicas de Lampião e Maria Bonita, bonecos de pano e uma cerca de gravetos de madeira com cascas de ovo vazia empaladas em cada uma, formando bolinhas brancas (original).

O ambiente é agradável e o serviço é bom, nada de extraordinário, vale lembrar que fui no Parraxaxá de Casa Forte (que é um bairro fora do roteiro dos turistas), pois existe um em Boa Viagem que é mais cotado.

A comida é self-service e apesar de tudo parecer muito bonito a primeira vista (vejam nas fotos) o que não foi insosso para meu paladar (insosso - leia-se sem tempero e sem gosto de nada), foi impossível de eu experimentar por meu preconceito.


Eu comi feijoada, queijo coalho na chapa e um pão de batata com requeijão e não sei dizer qual estava mais sem graça. Nenhum tinha tempero e nem gosto do que meus olhos viam...então não gostei. Já não é a opinião do meu marido que resolveu ir mais a fundo e comeu aquilo que não tive coragem de comer, como tripa de bode frita e coisas do tipo...ele gostou. Gosto não se discute.

Tem uma mesa de sobremesas maravilhosa, muito variada, mas só experimentei 2 doces...um bolo de chocolate (LÓGICO) e um pastel de nata.
Ambos estavam bons: o bolo estava bom mas não tinha absilutamente nada de mais, já o pastelzinho de nata estava uma delícia, muito bem feito e com um toque de limão que foi demais...só não comi mais porque meu sorvete de coco me aguardava em casa.

Se vierem para cá..experimentem, mas não se enganem...
Deixo aqui algumas fotos para vcs verem.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Sorvete de coco


Confesso que a minha primeira tentativa de fazer sorvete na minha sorveteira foi frustrada. Primeiro por causa do chantilly, que foi uma dificuldade, e depois por causa do sabor, sei lá, mas achei que ficou artificial.

Depois de algum tempo para me recuperar, lá fui eu de novo caçar uma receita de sorvete de coco. Encasquetei que queria fazer um sorvete de coco natural, pois na minha cidade tem duas sorveterias que fazem um sorvete de coco (mas é picolé) que é DEMAIS e eu estava com saudade.

Foi difícil, pois todo site que eu entrava e olhava as receitas, ou era muito arificial, dessas que vai emulsificante e coisa e tal, ou era muito doce, do tipo com 1/2 Kg de açúcar, daí comecei a desanimar.

Então a Ana Elisa fez um sorvete de pitanga e colocou a receita lá no blog dela, uma receita super simples para fazer sorvete de fruta e eu resolvi adaptar.

A receita dela era só bater no liquidificador:

1 lata de leite condensado
1 xícara de leite integral
2 e 1/4 de xícara de suco de fruta concentrado.

Então eu troquei o suco de fruta por leite de coco da melhor qualidade, bati tudo no liquidificador, coloquei na sorveteira e acrescentei aqui umas 2 xícaras de coco natural ralado na hora (mas ralei grande para ficar aqueles pedacinhos para a gente morder que eu amo).

CARACA é a única palavra que tenho para transmitir minha alegria hoje de manhã quando abri o congelador e comi uma colherada...estava igualzinho ao picolé de Guará, mas cremoso.



Tudo bem que ainda não ficou tão cremoso quanto eu queria, daí vem a minha dúvida que deixo aberto para sugestões. O sorvete ficou batendo na sorveteira por 2 horas, quando resolvi desligar e colocar no freezer, pois já estava na consistência de leite. Não sei se é assim mesmo, mas quando coloco o sorvete na sorveteira, depois de uns 40 minutos batendo ele está bem denso e cremoso, depois vai esquentando e ficando líquido. A sorveteira tem aquela abertura e aqui em Recife é MUITO quente, então ele esquenta muito rápido eu acho, além disso ainda se formaram uns cristais (poucos) de água em cima, coisa que achei que não aconteceria mais com a sorveteita. Mas o sabor vale tudo...só queria que estivesse um pouquinho mais cremoso.

Ah!! Não posso esquecer de contar que depois que coloquei no freezer, ainda abri umas 3 ou 4 vezes (em intervalos de 1 hora e meia) para bater um pouco, pois fiquei com medo que o coco ralado ficasse todo no fundo.